Mundo Nascente

Sessão 7 - 27/09/2017

. Zarran desmaia na borda elevada da cratera e por sorte, cai para trás por causa dos efeitos da Podridão. Enquanto o chefão e o brutamontes tentam ajudá-lo, Amaneo vislumbra no horizonte aquela torre que viu no topo d’ O Farol, agora, porém, parecendo estar mais próxima. Após tentarem, não conseguem acordar Zarran e decidem voltar para a Arca. Hammer carrega o batedor desmaiado no seu ombro.

. Na volta, algumas horas de caminhada depois, Zarran acorda. O grupo decide parar e descansar. O batedor pergunta o que aconteceu e comenta que viu um pequeno brilho no fundo da cratera.

. Quando chegam na Arca, exaustos, ignoram os curiosos, não conversam com ninguém e vão direto para suas tocas descansar.

. Na manhã seguinte, são acordados por um barulho de tumulto na Ponte.

. Gorski e seu grupo retornam intactos e triunfantes com mochilas cheias de espólios da expedição. O chefão conta para a multidão que se agita que descobriram uma ruína dos Antigos no meio da floresta e presenteia os curiosos com diversas armas/ferramentas que encontraram nesse lugar. No meio da multidão, Zarran pega várias armas (machadinha e serra) e separa um machado grande para dar para Hammer. Para Koro, o chefão entrega um presente especial, um artefato (serra elétrica) mas que parece precisar de conserto. Após a agitação, afastados, Gorski conversa com Amaneo brevemente e se vangloria de sua conquista.

. Depois, os dois grupos são interrogados pela assembléia da Arca sobre suas expedições. O grupo de Amaneo não relata a descoberta da cratera, apenas comenta sobre as árvores inclinadas na mata e o amontoado de troncos caídos que bloqueia a estrada.

. Amaneo sai discretamente depois de seu interrogatório (é visto por Hammer) e viaja sozinho de volta para a cratera, agora vestindo seu traje de proteção. Chegando ao pôr-do-sol, consegue se aproximar da borda da cratera e vislumbra diversas coisas no fundo do gigantesco buraco do qual, pela escuridão, não consegue distinguir o que são. O chefão não vê o tal brilho comentado por Zarran.

Enquanto isso, na Arca:

. Hammer e Zarran se reúnem com alguns cronistas e engenhoqueiros para discutirem os efeitos da Podridão e a utilidade dos trajes protetores. Chegam a conclusão que o ar pode ser tóxico em alguns pontos da Zona.

. A dupla decide trabalhar na terra de cultivo. Antes de descerem, Zarran é abordado por Strix. O negociante pergunta se o batedor encontrou algum ouro na viagem. Zarran nega e aproveita a conversa para, com a ajuda de Hammer, comprar uma pistola sucateada do negociante.

. Enquanto trabalha no projeto, Hammer encomenda um chá para Olga para tentar amenizar o cansaço da viagem e os efeitos da Podridão.

. No dia seguinte, Amaneo volta para a Arca depois de sua viagem solitária . Após descansar na sua toca, recebe sua gangue para uma reunião. Com respostas evasivas, seu sumiço repentino, sua negligência com seus capangas e a sua obsessão pela tal ‘Ponte’, Sylvija alerta o chefão sobre o descontentamento entre alguns de seus seguidores. O chefão ignora a cronista.

. À tarde, Amaneo inicia os trabalhos nas Defesas (fosso e paliçada) na base da Ponte.

. Sorridente, Koro, o engenhoqueiro-chefe, conserta e demonstra a serra elétrica para o Povo. A monstruosidade barulhenta chama a atenção de todos.

. À noite, enquanto Hammer e Zarran tomam o chá (indicado por Olga) e descansam, Amaneo, ainda pensando naquela torre no meio da Zona, planeja uma nova expedição, agora com mais membros.

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RPGeiro

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